mayara castro

 

MEMÓRIAs para recordar

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Você já parou para pensar que a vida que você vive hoje é reflexo das escolhas que você fez no passado? E, consequentemente, o seu futuro será reflexo das suas escolhas de hoje? Olhar para trás é um bom termômetro para criar a realidade que você deseja viver.

 

SEJA BEM VINDA.

Esse é o meu diário de bordo.

 
 

2018

MULHERES
DO MUNDO

 
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A série "Mulheres do Mundo" é um projeto feito para contar histórias de mulheres brasileiras - protagonistas de grandes ideias - que empreendem ao redor do mundo. Meu desejo é encorajar que mais mulheres se libertem de padrões de comportamento limitantes com relação à vida e o trabalho e busquem umas nas outras, a força que precisam para tirar aquela ideia, sonho, projeto, viagem do papel. 

O autoconhecimento é a base para o autodesenvolvimento sustentável.
Por quê, não, então, começar contando sobre nós mesmas?

 
 

2018

a comunicação
do futuro

 
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Quando o assunto é empreender, nós somos os primeiros a sentir na pele a oportunidade de criarmos negócios pautados em valores humanos e integrados às necessidades reais (e atuais) do mundo, ao invés de simplesmente seguirmos as diretrizes das gerações passadas.

Qual o futuro do trabalho, levando em conta as transformações que a economia vem sofrendo, a descentralização da informação da grande mídia e o surgimento das vozes digitais? Vivemos uma crise econômica ou, na verdade, uma redistribuição de renda, onde os pequenos produtores e comunidades locais começam a ser, de fato vistos, lembrados e valorizados?

Pra mim, o futuro do trabalho será protagonizado por pessoas e não por empresas. Será feito através de parcerias autônomas, projetos colaborativos e marcas que juntas se ajudam e ajudam a solucionar os problemas do mundo.

Foi pensando nisso que criei, em parceria com a Mari Salles, da Love Accounting, um papo aberto e informal para falar sobre os caminhos do empreendedorismo criativo no Brasil. Um encontro teórico, com ferramentas práticas para comunicar e gerir melhor a sua iniciativa, marca ou projeto.

 
 

2017

O VÔO É LIVRE

 
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Comecei a levar alguns encontros para diferentes cidades do Brasil. Em 2017, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador foram os pontos escolhidos para começar a trilhar minha jornada pelo mundo, cuja missão é única: fortalecer o empreendedor criativo do Brasil, onde quer que ele esteja. De janeiro a janeiro, diferentes encontros ocorreram até que decidi dar um passo ainda maior - viajar sozinha pelo sudeste asiático. 

Foram três meses na Ásia desenvolvendo habilidades sobrehumanas para conciliar os atendimentos online com o fuso horário local e desbravando das delícias e desafios de um nômade digital em campo. Além da Tailândia, estive na Austrália, onde realizei o evento Empreender é uma Viagem, e na Nova Zelândia, onde pude desfrutar de um novo modelo de vida e trabalho, cem porcento em contato com pessoas conectadas aos mesmos interesses que os meus, independente das barreiras geográficas. 

 
 

2016

ECONOMIA CRIATIVA DO BRASIL

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PESSOAS

 
 
 

 

se conectam com pessoas - e não com coisas. 

E nos dias de hoje, ninguém vai ver o seu currículo. Queremos saber o que você fez com as próprias mãos

Foi com esse pensamento que a economia criativa começou a fazer parte da minha vida e percebi que o poder que tinha nas mãos: o de me conectar com pessoas para comunicar projetos significativos, idealizados por gente do meu tamanho - de pequeno porte, mas de sonhos grandiosos. A criatividade e a colaboratividade se tornaram valores que carrego comigo, onde quer que eu vá.

 

 

2015

O PODER DA COLABORAÇÃO

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Viver na era do compartilhamento de conhecimento abre espaço para curas internas relacionadas à nossa própria identidade. Já percebeu?

Nos modelos de ensino tradicionais, não aprendemos a olhar para dentro. Aprendemos, ao contrário, a seguir o padrão de comportamento da geração anterior, infundada na escassez de recursos e, portanto, na competição. Aprendemos a separar vida e trabalho, a semear conquistas através da dor, a ter mais e ser menos.

Falar de colaboração é, no primeiro instante, olhar para dentro e criar uma boa relação com quem somos. Descobrir o que de mais autêntico mora em nós se faz importante e imprescindível para aceitarmos nossa condição no mundo e assim criarmos uma boa relação com o outro. 

A partir do momento que nos damos conta da nossa multipotencialidade, passamos a aceitar que a nossa identidade é como a nossa impressão digital: única e insubstituível. A criação, nessas horas, se torna reflexo!

 
 
 

2014

A SERVIÇO DA AUTONOMIA E LIBERDADE

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Poder ter autonomia para escolher as minhas parcerias de trabalho, domínio do meu próprio tempo e liberdade para trabalhar de casa, do café ou qualquer outro lugar do mundo foi a maior prova de superação que eu me desafiei a viver, afinal, envolvia tudo o que eu conhecia sobre responsabilidade.

Da prestação de serviços aos à fechamento de contratos, tudo passei a resolver. E, de encontro às minhas buscas atuais, veio a percepção de que, a cada caminho trilhado nos atendimentos, um novo olhar sobre a vida me era proposto. Foi assim que cada vez mais passei a me interessar em atender pessoas, protagonistas de ideias transformadoras, ao invés de marcas.

 
 

2014

EUPREENDEDORA

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memória

O nascimento do meu projeto de vida veio de encontro com todas as incertezas que vivia, enquanto profissional. Já não me adequava aos padrões de contratação intitulados de frila fixo e já reconhecia uma nova maneira de contar história. A comunicação entre pessoas estava começando a nascer e dessa forma, tanto as redações, quanto as assessorias de imprensa e as agências de publicidade tiveram de se reinventar, ou melhor, se unir para compreender o que ocorria no mundo digital. 

Interatividade é a nova habilidade que precisávamos adquirir para substituir o conteúdo encapado de venda ou informação. E, interagir, significa: criar vínculos, que significa: se relacionar. Foi então que percebemos que a mudança teria que vir de dentro para fora. Uma nova comunicação interna, entre profissionais da comunicação, portanto, precisava a ser discutida e consequentemente, uma nova relação, de mais troca com o cliente, precisava ser implementada nos contratos para que a comunicação externa fluísse melhor.

Foi então que me joguei no mar e criei a Memória Seletiva: uma iniciativa para compartilhar conhecimento, participar, trocar e criar junto a empreendedores que, assim como eu, estavam cansados de terem suas vidas controladas. Através de encontros abertos, mentorias e consultorias individuais, compreendemos o processo de desenvolvimento do seu negócio e sua comunicação e criamos, juntos, os seus conteúdos de divulgação. 

 
 
 
 

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2013

UM NOVO OLHAR SOBRE VIDA E TRABALHO

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Lembro que pouco antes de me formar na faculdade de jornalismo, em 2011, a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão caiu. 

A situação foi de incerteza e conforme as semanas foram passando, a sala de aula foi esvaziando. Logo em seguida, eu comecei a estagiar para uma empresa que trabalhava com o universo digital.

Foi como um mundo que se abriu e que me fez entender as adaptações que teríamos, enquanto sociedade, de fazer, levando em conta que a informação não seria mais controlada e que a função do jornalista não cairia por terra, mas ganharia um outro olhar: um olhar para dentro.

A internet protagonizou uma revolução na vida de muita gente. E a comunicação ~ ou melhor, a relação entre as pessoas ~ começou a ser vivida de uma outra forma. Enquanto profissionais detentores da informação, deixamos de apenas intermediar conversas para fazer parte delas.

As relações antigamente eram criadas por localidade: tanto eu, quanto você, supríamos nossas necessidades batendo palma em frente à casa do vizinho . Depois de um tempo, com a industrialização, as instituições começaram a tomar voz e ditar os nossos passos: colocamos o dinheiro no banco, optamos por consumir os produtos das prateleiras dos mercados, a ir à escola, a colecionar revistas. Hoje, a nossa relação com o mundo mudou e eu dedico essa revolução à ela mesmo: a internet.

Hoje, não faz diferença se você está no Brasil e eu estou do outro lado do planeta. Se os nossos interesses são comuns, a gente se conecta. 

Vivemos um momento de reavaliação da nossa relação com o trabalho, principalmente no que diz respeito à institucionalização da nossa própria vida. Não somos máquinas. Somos seres humanos. E valores humanos precisam fazer parte das organizações, se é que elas querem se manter vivas.