Fazer o que ama com as próprias mãos, criar sustentabilidade e ser feliz no meio.

Como a gente sabe, empreender tem seus grandes desafios mas, quando a gente reconhece as nossas paixões, por mais trabalhoso que seja criar algo do zero, é sempre uma delícia empacotar  a nossa própria entrega. Desde que conheci a Paula Belleza, há alguns anos, ela transmite no olhar a paixão pela cozinha.

Mas, por mais que colocar a mão na massa seja uma das coisas que a faz brilhar os olhos, sabemos que a realidade de quem escolhe a gastronomia como profissão não é tão fácil assim. E o caminho dela não foi diferente até descobrir que o melhor jeito de continuar era inventando o seu próprio trabalho, baseado em sua verdade. 

A partir do momento que deixou de reproduzir o trabalho autoral de outros chefs e passou não só a criar pratos da sua maneira, como a ensinar como fazer, ela entendeu qual era a mensagem que queria passar para o mundo: "quero ajudar as pessoas a criarem uma relação com o alimento com mais cuidado, resgatando um hábito antigo, mas infalível, o de preparo da própria comida (pode apostar)".

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Não existe mistério em aprender a cozinhar, basta um pouquinho de paciência e vontade. No curso de culinária dos países, que a Paula oferece todo ano, a ideia ganha um toque especial, onde não somos apenas convidados a irmos para a cozinha, como a experimentarmos criar receitas típicas de outros países.

É bom porque 1. dá para matar a saudade daquela viagem inesquecível; 2. para conhecer novas culturas e já começar a pensar no próximo destino e 3. o seu cardápio do dia a dia passa a ser um verdadeiro leque de opções. 

Além do bom e velho arroz e feijão típico do Brasil, aprendemos 5 receitas de cada destino, envolvendo países da América Latina, Ásia e Europa, que vão da entrada à sobremesa.

Sem palavras! 

Para conhecer o trabalho da chef mais querida do Brasil: www.paulabelleza.com.br.