boa parte dos brasileiros não fazem um planejamento para suas viagens.

Eu também não fazia. E não fiz quando viajei o mundo sozinha pela primeira vez. Minha tática para transformar o sonho em realidade foi como boa parte de nós aprendemos a consumir: fatura da passagem parcelada no cartão de crédito e esforço máximo para reduzir os custos no dia a dia.

Compartilhar meus saberes em troca de hospedagem e realizar, paralelamente, consultorias à distância, foram as estratégias que arrisquei. E funcionou. Viajei durante um ano entre Tailândia, Austrália e Nova Zelândia com um custo de vida bem inferior ao que tinha em São Paulo - por incrível que pareça. Por outro lado, com mais tempo livre para explorar novos ares, refletir sobre a vida e me desenvolver pessoalmente.

Ampliar meu repertório cultural era o objetivo naquele dezembro de 2017. Ele andava de mãos dadas com o desejo de ser reconhecida pela característica onipresente, já que com a internet (minha principal ferramenta de trabalho), as barreiras geográficas deixaram de ser um fator limitante para exercer minha autonomia e liberdade.

De volta no Brasil um ano depois de ter saído para uma viagem teste, uma chave em mim virou. Compreendi que para além do prazer em fazer o que amo em qualquer canto do mundo, quero fazer disso um estilo de vida sustentável, ou seja: financeiramente viável, emocionalmente equilibrado e espiritualmente integrado às minhas buscas pessoais e profissionais.

Conto essa história porque se você está aqui é porque provavelmente tem vontade de viver experiências como essa. Pensando nisso, desenhei duas formas para te inspirar a dar esse salto quântico. Vem comigo?

 
 
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